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8 de setembro de 1985 lembrado em Armamar

Foram hoje lembrados em Armamar os 14 bombeiros que no dia 8 de setembro de 1985 perderam a vida no combate às chamas.

Trinta anos depois do acidente que pôs Armamar nas bocas do mundo a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Armamar (AHBVA) prestou a devida homenagem aos soldados da paz falecidos.

A Igreja Matriz de São Miguel em Armamar foi pequena para acolher familiares e amigos dos 14 bombeiros para uma missa em sua memória. Depois foram postas coroas de flores no monumento que evoca o trágico acontecimento à entrada da vila de Armamar e rumou-se em seguida ao cemitério de Santa Bárbara, onde se encontram sepultados os corpos, para cerimónia semelhante. O programa completou-se com a inauguração de um monumento na Serra de Lumiares, no preciso local da tragédia.

Presentes na cerimónia estiveram João Paulo Fonseca, Presidente da Autarquia, acompanhado de mais elementos do seu executivo, o Presidente da Assembleia Municipal, bem como o Presidente da AHBVA.

A Autoridade Nacional da Proteção Civil fez-se representar por António Ribeiro, Comandante Operacional de Agrupamento Distrital do Centro Norte, ainda pelo Tenente Coronel Lúcio Campos, Comandante Operacional Distrital (CODIS) de Viseu e por Rui Nogueira, 2º Comandante do CODIS de Viseu.

Entre as demais entidades convidadas estavam: o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Moimenta da Beira, José Requeijo, representando também a Liga dos Bombeiros; o Presidente da Federação de Bombeiros do Distrito de Viseu, Dr. José Amaro; o Sr. Manuel Pinto, à data da tragédia Presidente da Câmara Municipal de Armamar e da AHBVA; o investigador Domingos Xavier Viegas, professor catedrático da Universidade de Coimbra que em 2013 lançou o livro “Cercados pelo fogo em Armamar”, resultado de apurada investigação em torno deste acidente; o Major Almeida Ferreira, em 1985 era o Comandante dos Bombeiros Voluntários de Lamego e Comandante Operacional Distrital; e também o Sargento José Luís Correia, Comandante do Posto Territorial de Armamar da GNR e o cabo Marques, do Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS) em Armamar.

Passados 30 anos sob o acidente percebeu-se ontem nas conversas que se ouviam que a tragédia dos 14 bombeiros de Armamar está ainda bem presente na memória de todos. O único sobrevivente, o Sr. José Manuel Fulgêncio, lá estava a segurar o estandarte da corporação.

 

::FIM::

 

gabinete comunicação imagem

09/09/2015

am-flickr